domingo, 16 de fevereiro de 2014

Meu mundo caiu

Meu mundo caiu
E me fez ficar assim
Você conseguiu
E agora diz que tem pena de mim
Não sei se me explico bem
Eu nada pedi
Nem a você nem a ninguém
Não fui eu que caí
Sei que você me entendeu
Sei também que não vai se importar
Se meu mundo caiu
Eu que aprenda a levantar...

Aprenda a não achar que vai dar certo, quando ele apenas diz que vai dar certo...
Aprenda a deixar de se iludir através dos mecanismos tecnológicos de hoje em dia...
Aprenda que "zapzap" não é namoro, nem promessa.
Vê se aprende depressa!

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Universo, não se esqueça de mim!


Por Fabrício Carpinejar


"ELE anda cansado das baladas e dos casos furtivos sem sentimentos. Aprendeu a gostar da própria companhia, sem precisar estar em uma turma de amigos todos os sábados. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que traga um sabor doce às suas manhãs, que seja a melhor companhia para olhar a lua. Que ele possa exibir os seus dons na cozinha e o seu conhecimento em vinhos, só para ela.
Quer uma mulher que ele reconheça pelo cheiro dos cabelos, pelo toque dos dedos, pela gargalhada que vai ecoar pela casa transformando um domingo sem graça, no melhor dia da semana. Quer viver uma paixão tranqüila e turbulenta de desejos… quer ter para quem voltar depois de estar com os amigos, sem precisar ficar “caçando” companhias vazias e encontros efêmeros. Quer deitar no tapete da sala e ficar observando enquanto ela, de short jeans, camiseta e um rabo de cavalo, lê um livro no sofá, quer deitar na cama desejando que ela saia do banho com uma lingerie de tirar o fôlego.
Quer brincar de guerra de travesseiros, até que o perdedor vá até a cozinha pegar água. Quer o poder que nenhum dos seus super heróis da infância tiveram… o poder de amar sem medo, sem perigo e sem ir embora no dia seguinte.
Quer provar que pode fazer essa mulher feliz!

ELA quase deixou de acreditar que seria possível ter vontade de se envolver novamente. Foram tantas dores, finais, recomeços e frustrações que pensou em seguir sozinha para não mais se machucar. Então percebeu que a vida de solteira já não está fazendo tanto sentido. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que possa acordá-la com um abraço que fará o seu dia feliz, quer um homem que ela possa cuidar e amar sem receios de que está sendo enganada. Quer a alegria dos finais de semana juntinhos, as expectativas dos planos construídos, o grito de “gol” estremecendo a casa quando o time dele estiver ganhando… a cumplicidade em dividir os segredos.
Quer observá-lo sem camisa, lendo o jornal na varanda… quer reclamar da bagunça no banheiro, rindo e gritando quando ele revidar puxando-a para o chuveiro, completamente vestida.
Quer a certeza de abrir a porta de casa e saber que mesmo ele não estando, chegará a qualquer momento trazendo o brigadeiro da doceria que ela gosta tanto. Quer beijar, cheirar, morder, beliscar e apertar para ter certeza que a felicidade está ali mesmo… materializada nele.
Quer provar que pode fazer esse homem feliz!

ELES estão por aí… sonhando um com o outro… talvez ainda nem se conheçam… mas é só uma questão de tempo, até o destino unir essas vidas que se complementam e estão ávidas para amar e fazer o outro feliz.
Ou alguém duvida que o universo traz aquilo que desejamos?"
By: Alguem

O que é a felicidade?

O que há de especial num dia chuvoso de Fevereiro?

Hoje é dia de atrasar o relógio. Estamos encerrando o horário de Verão. Os dias serão mais curtos e as noites mais longas. Tá e daí? E daí que eu acordei e olhei meu celular. Numa zapeada li sobre Tom Jobim e meu café da manhã foi a vontade de escrever um poeminha. Não que alguém tenha que entender o que está escrito, nem eu mesma entendi ao certo o que estava fazendo, mas saiu do coração sei lá como, sei lá de onde, sei lá o motivo... eis que na mesa da cozinha, papel e lápis na mão, veio que veio sem pedir licença e foi feito com a facilidade de passar manteiga no pão...

Talvez um dia ele leia e entenda. 
Talvez um dia ele leia e goste.
Talvez um dia... nem leia.

Este é o meu primeiro poema pra você.

O QUE É A FELICIDADE?

Felicidade é...

Um beijo na terra do agreste
Gostoso, suave, molhado
Tem gosto bom e sabor de pecado
E todos lá somem como se ninguém estivesse

Felicidade é...

Enfim conhecer o Turbante
Com seus trejeitos e carinhas
Com seu sorriso e covinhas
E que insiste em dizer que sou diamante

Mas eu me pergunto:
Por que a tristeza não tem fim?
Ao ir embora o coração esvazia
Cadê aquela alegria?
Por que me faz sentir assim?

E chega a noite me deito na cama vazia
Tantos sentimentos o coração erradia
Palavras ao ar já estão sem valia
Agora quero você aqui perto de mim

Sinto saudade de quem agora conheço
Com cheiro, toque e olhar marcante
Que chegou pra ficar pois também diamante
Que traz a paz e segurança de um recomeço

Mas hoje não tem Pig nem Caco
Nem ursinho nem macaco
E me sinto como Tom Jobim

O sapo é meu príncipe encantado
E este é um simples recado
De um coração que bate dentro de mim:

"Tristeza não tem fim...
Felicidade sim..."


Balzaquiana

balzaquiana
Balzaquiana ou mulher balzaquiana é uma expressão que surgiu após a publicação do livro A Mulher de Trinta Anos do francês Honoré de Balzac e que se refere às mulheres na casa dos 30 e, atualmente, também às mulheres de 40 anos.
E lá vamos nós!